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Dra. Rosemary Aparecida Rutkowski Soler

Fisioterapeuta, Acupunturista e Terapeuta Holística

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A CONPAFIS - Consultoria em Novos Paradigmas em Fisioterapia e Saúde foi criada por Rosemary Soler, fisioterapeuta neuropediatra, acupunturista e terapeuta holística, para oferecer a seus pacientes um serviço especializado, personalizado e integral.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

19 - REFLEXÃO: ENERGIA DO JULGAMENTO




JULGAMENTO - SAÚDE E DOENÇA


Vivemos todos num mundo em desequilíbrio, onde todos buscam constantemente o equilíbrio. Mas o equilíbrio é dinâmico – sempre se movimenta.
A doença corresponde a um desequilíbrio em busca do equilíbrio e da Unidade – da saúde.
A doença é a oportunidade que nos é dada de entender o princípio essencial de que toda força de cura é uma força ativada, pela natureza, em meio à natureza.
A natureza nativa é o elemento curador de sua própria natureza. Natureza nativa não é aquela criada pelo homem, é a natureza selvagem, que se produz ela mesma, totalmente integrada à Unidade do Planeta.
Toda doença tem seu tratamento (qualquer que seja a doença) em meio à natureza, pelo princípio da similitude (o semelhante cura o semelhante) e pelo princípio da autoconsciência (autoconhecimento).
Ter consciência de como usamos nossa energia é ter sabedoria de viver.
Nossos pensamentos, ações e palavras são energias extremamente poderosas, que alteram a vibração de nosso campo energético, de nossos centros energéticos (chakras) e, por consequência, alteram o nosso funcionamento biológico. Por isso, precisamos pensar, agir e falar de forma consciente, favorecendo nossa saúde.
No momento em que direcionamos nossa energia para o julgamento, estamos rebaixando nosso nível vibratório. O julgamento é uma forma de ver o outro, ou a si mesmo, afastados da Unidade, portanto é uma forma de criar a doença – um desequilíbrio ou anomalia.
O julgamento é possível e mesmo desejável quando estamos face a face com uma pessoa, porque isso permite dissolver a dualidade (separação) associada ao julgamento. Afirmar ao outro o que sentimos, não como uma verdade, mas como uma percepção que nos é própria (o que pensamos sobre ele), é propiciar a noção de reparação, porque colocamos o outro (quer isso seja verdadeiro ou falso) frente a uma responsabilidade nova e transparente – propiciamos um diálogo. Esse diálogo pode levar à resolução desse aspecto dual (de separação) e retornar à Unidade, à saúde.
No entanto, quando somos 2 ou 3 reunidos em vibração, falando de uma terceira pessoa fora de nossa presença, participamos do julgamento e da criação da doença, tanto da nossa como do outro, porque naquele momento, a pessoa de quem falamos bem ou mal, não tem meios de apreender a vibração energética que lhe chega. Essa pessoa não está consciente da discussão, das palavras e pensamentos direcionados a ela. Poderá ser um pensamento que vai chegar a ferir o mais profundo de sua alma, sem que ela própria possa saber, ou responder, ou reparar o que foi feito.
Assim o fato de “não julgar” não se exprime no fato de não dizer a verdade a uma pessoa na sua frente, mas sim no fato de não falar de uma pessoa fora de sua presença, caindo instantaneamente na dualidade, sem permitir-lhe a reparação.
Isso é uma realidade energética: quando produzimos uma vibração energética que vai chegar a se impactar na falha do outro, estamos então reforçando-a. Fazemos a mesma coisa, também, em relação a nós mesmos em certos casos. E, então, a noção de julgamento relacionado a nós próprios conduz à nossa própria doença. Nós produzimos a doença em nós mesmos.
Como então favorecer nossa saúde? Como buscar a cura? A cura implica em uma participação ativa daquele que está acometido pela doença. A melhor participação ativa é, efetivamente, buscar os elementos da natureza nativa e também adotar uma conduta de não julgamento.
Precisamos todos ser como as CRIANÇAS: simplesmente abandonar os prejulgamentos e julgamentos, viver no agora e viver em comunhão e equilíbrio com toda a natureza, da qual fazemos parte em Unidade.

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