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Dra. Rosemary Aparecida Rutkowski Soler

Fisioterapeuta, Acupunturista e Terapeuta Holística

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CONHEÇA A CONPAFIS

A CONPAFIS - Consultoria em Novos Paradigmas em Fisioterapia e Saúde foi criada por Rosemary Soler, fisioterapeuta neuropediatra, acupunturista e terapeuta holística, para oferecer a seus pacientes um serviço especializado, personalizado e integral.

Todo e qualquer atendimento realizado visa a reabilitação do ser humano como um todo, unindo as técnicas da fisioterapia com o conhecimento holístico de várias terapias complementares.

OBJETIVO DO BLOG

Este Blog foi criado para apresentar os SERVIÇOS OFERECIDOS pela CONPAFIS e, ao mesmo tempo, promover discussões sobre temas que envolvam a CURA INTEGRAL do ser humano. Por isso, sua opinião é muito importante! Aguardamos seus comentários. Até a próxima postagem!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

08 - NOVOS PARADIGMAS EM SAÚDE

Portaria ministerial procura enquadrar Brasil em diretriz da OMS (Organização Mundial de Saúde)



A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi instituída pela portaria 971, publicada em 04 de maio de 2006 do Ministério da Saúde, onde recomenda-se a adoção pelas Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, da acupuntura, da homeopatia, do termalismo e da fitoterapia.

Acesse-a integralmente no link
(http://dtr2004.saude.gov.br/dab/docs/publicacoes/geral/pnpic.pdf).



Mais uma vitória na garantia da INTEGRALIDADE (o homem como ser integral) na assistência pública à saúde da população brasileira. A partir dessa portaria, essas terapias complementares estão autorizadas no Sistema Único de Saúde (SUS). Foram reconhecidas como terapias eficazes para a prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde. E vai além: estimula a ampliação do acesso a esses serviços na rede pública, em todo o país e garante as práticas multiprofissionais.


Outro objetivo essencial da política é o de uniformizar os procedimentos para a realização das práticas integrativas, garantindo qualidade, segurança e eficácia. A PNPIC também define as responsabilidades de cada um dos níveis de gestão (União, estados e municípios) na implementação das ações.


O texto do Ministério da Saúde faz menção à Constituição Brasileira - “que dispõe sobre a integralidade da atenção como diretriz do SUS” - e à diretriz da OMS - “Estratégia da OMS sobre Medicina Tradicional 2002-2005” – para embasar sua nova política. Na estratégia de 2002, a OMS reforçou o compromisso de estimular o desenvolvimento de políticas públicas com o objetivo de inseri-las no sistema oficial de saúde dos seus 191 estados-membros.


Apesar de já ser praticada em 19 capitais e mais de 200 municípios, a chamada Medicina Tradicional/Medicina Complementar/Alternativa ainda não havia sido contemplada por uma política ministerial. Com essa publicação, o MS autoriza, reconhece o valor terapêutico e incentiva as unidades de saúde a adotarem tais procedimentos e serviços, prevendo para isso mais recursos, capacitação das equipes e incentivo à fabricação de fitoterápicos por laboratórios oficiais e não-oficiais. Apesar disso, ainda não prevê recursos para custear tais mecanismos de ação. Um ponto polêmico da política (a ser longamente discutido) é a possibilidade de não-médicos prescrevam ou realizem o tratamento.
Fonte: Conselho Nacional de Saúde

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

07 - BANHO DE LUZ


Uma estrutura foi montada sobre sua cama, com 32 bulbos de luzes
(Foto: Torres News via BBC)



Menino com doença rara precisa de banho de luz azul para se manter vivo

Síndrome de Crigler-Najjar tipo 1 afeta 300 pessoas em todo o mundo.

Um menino de oito anos de um vilarejo remoto na Austrália passa, desde que nasceu, 10 horas por dia sob luzes azuis para se manter vivo. Maximus Mcgrath Daniels, de Thursday Island, no extremo norte do país, nasceu com a Síndrome de Crigler-Najjar tipo 1, uma rara doença genética que afeta o fígado.

Ele vai mudar de cidade para tentar fazer um transplante de fígado.

A síndrome é caracterizada pela deficiência na produção de uma enzima que controla a presença da bilirrubina, um pigmento produzido pelo fígado, no sangue e nos tecidos.

Altos níveis de bilirrubina no sangue podem provocar danos no cérebro e músculos e até a morte. Entre os sintomas da síndrome está a coloração amarelada da pele e dos olhos.
Menino passa 10 horas por dia sob luzes azuis
Para controlar os efeitos da síndrome, Maximus tem que fazer tratamento intensivo com luzes, ou fototerapia, que mantém os níveis de bilirrubina sob controle.

A fototerapia passa a ser menos efetiva após os quatro anos de idade, quando a pele começa a se tornar mais grossa, bloqueando as luzes. No caso de Maximus, o tratamento já começou a não ter mais o mesmo efeito.

Expectativa de vida para quem é portador da síndrome é de 30 anos

Para tentar encontrar uma solução definitiva para o problema, a família se mudará para a cidade de Brisbane, a 3.500 km da sua cidade natal, onde Maximus será submetido a um transplante de fígado.

A fila para o transplante, no entanto pode ultrapassar um ano de espera. Maximus passa cerca de 10 horas por dia sob luzes azuis, geralmente à noite, enquanto dorme. Uma estrutura foi montada sobre sua cama, com 32 lâmpadas. A cada três meses, as luzes têm de ser trocadas, a um custo equivalente a R$ 600.

Ambos os pais tem de possuir o gene da doença para que a criança nasça com a anormalidade de Maximus. Segundo especialistas, a expectativa de vida para quem é portador da síndrome Crigler-Najjar tipo 1 é de 30 anos.

Atualmente há cerca de 300 portadores da síndrome no mundo.

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